UFC

“Maldição” infinita? Derrota de Durinho amplia zica brasileira nas lutas principais do UFC

A temporada de 2025 tem sido desafiadora para os representantes brasileiros em lutas principais do UFC. Neste sábado (17), a sequência negativa foi ampliada com a derrota de Gilbert ‘Durinho’ Burns para o equatoriano Michael Morales, na luta principal do UFC Vegas 106. Com o resultado, o jejum brasileiro em main events se estendeu para oito derrotas consecutivas, sem nenhuma vitória até o momento.

Duas semanas antes, foi a vez de Deiveson Figueiredo tentar quebrar esse incômodo ciclo, mas o ex-campeão dos pesos-mosca (57 kg) acabou derrotado por decisão unânime diante de Cory Sandhagen, no UFC Des Moines. Na ocasião, Figueiredo se tornou o sétimo brasileiro em 2025 a disputar uma luta principal — e o sétimo a sair derrotado.

Essa sequência negativa tem se destacado, especialmente considerando que os atletas brasileiros, em sua maioria, são nomes de grande destaque no MMA. Em janeiro, Amanda Ribas perdeu para Mackenzie Dern, enquanto Renato ‘Moicano’ foi finalizado por Islam Makhachev. Em fevereiro, Gregory ‘Robocop’ sofreu um nocaute de Jared Cannonier, e em março, Alex ‘Poatan’ perdeu o cinturão dos meio-pesados (93 kg) para Magomed Ankalaev. Em abril, Diego Lopes foi superado por Alexander Volkanovski, e no fim do mesmo mês, Carlos Prates viu sua invencibilidade chegar ao fim contra Ian Machado Garry.

Agora, com as derrotas de Deiveson e Durinho, o cenário se agrava e reforça o que muitos fãs do MMA têm chamado de “maldição” dos brasileiros em lutas principais em 2025. Até o momento, nenhum lutador do país conseguiu vencer quando escalado para liderar um card do UFC este ano.

Quem será o próximo?

O próximo brasileiro a encarar uma luta principal no UFC será Charles ‘Do Bronx’ Oliveira, que disputará o cinturão dos pesos-penas (66 kg) contra o georgiano Ilia Topuria. O combate ocorrerá no UFC 317, no dia 28 de junho, durante a Semana Internacional da Luta, um evento tradicionalmente marcado por grandes disputas. Para Oliveira, ex-campeão da divisão, a luta representará a chance de recuperar o título perdido em 2022, além de quebrar a sequência de derrotas dos atletas brasileiros nas lutas principais do UFC em 2025.

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